
Sabe como é né galera... Sexta feira, Savassi.... Ah, Savassi...
Vim de balaio trabalhar, andei pelas ruas... Prato cheio para encher a cabeça de idéias e temas....
Mais uma vez o meu lado cômico (eu sou um comicuzinho sim !) apareceu....
Sabem o que eu reparei ? As mulheres estão, em sua maioria, gordas !!!!
Daí fiquei me perguntando o porque da gordura....
Veio do Guto, filósofo popular e grande irmão, a resposta:
“Uai Clovs, é fim de verão ué, normaus, elas tão tudo gorda mesmo....”
BINGO !!!!
Pois é, em homenagem a elas eu não podia escrever nada melhor que um RAP.
Desconheço tipo de construção literal mais adequada para retratar tal situação.
ATENÇÃO 1: Insto nem de perto é uma crítica para quem é gorda, é apenas uma brincadeira assim como fiz com as mulheres de chapinha há um tempo atrás.
ATENÇÃO 2: Gosto não se discute tá ?
ATENÇÃO 3: Quem nunca já “pegou” uma gordinha (e não gostou) que atire a primeira pedra !!!
Deixa eu parar de falar e vamos ao que interessa...
Vamos lá... imaginem um rap a lá FURACÃO 2000 e boa viagem !!!
Rap das gordinhas
(refrão 1: - 2x)
eu não sei o que acontece
com as meninas do lugar
de algum tempo para cá
elas não param de engordar
De um tempo para cá
Todo mundo pos peitão
Com ele veio a celulite
E um baita barrigão
(refrão 2: - 2x)
Vai... vai...
e o peitão tá decotado
Vai... Vai...
e o poposão tá empinado
Vai... vai...
a calça jeans tá muito justa
os pneus saem pro lado
as gordinhas estão na rua
e tá tudo dominado
vai... vai...
a celulite - a celulite
vai... vai...
a celulite - a celulite
As cachorras filezão
Ficam todas orgulhosas
Quando passam pela rua
E avistam as adiposas
Mas as gordinhas da cidade
Não ficam só na humildade
Porque na hora da pressão
E que se vê toda a verdade
E até mesmo na Savassi
Que é lugar de filezão
As gordinhas dominaram
Rebolando o popozão
(refrão 1)
E bate na palma da mão
E decota bem forte o peitão
E rebola e remexe a gordura
Redonda cintura
Mais que curtição
Vai... vai...
A paradinha, a paradinha, a paradinha...
Vai...
(biz - toda a estrofe)
De dentro do balaio
Eu já percebo a confusão
As adiposas tão na fita
Enchendo todo o busão
As mac donalds tão lotadas
Com toda essa mulherada
A academia é uma merda
E "regimê" não tá com nada
Elas não são tão ruins
E estão sempre preparadas
Pra quem não gosta das fofinhas
Existe sempre a cachaçada
(refrão 2)
Fim de verão é assim mesmo
Elas tão todas adipadas
Mais pra frente elas encanam
E perdem todas toneladas
E bate na palma da mão
E decota bem forte o peitão
E rebola e remexe a gordura
Redonda cintura
Mais que curtição
Vai... vai...
A paradinha, a paradinha, a paradinha...
Vai...
(biz - toda a estrofe)
O AMOR PESSOAL
E não me basta que eu te ame
Assim normalmente
Porque o amor não é normal
Porque o amor não é comum
Porque o amor é esta coisa assim
Individual, sem ser individualista
Particular, sem ser secreto
Então digo que te amo
Do meu jeito
O jeito que eu inventei para nós
Porque nosso amor é diferente
Diferente do amor que já vivemos
Que são lembranças em nossas mentes
Mas que tiveram fim um dia
E que nos levaram
Que nos fizeram morrer
Às vezes amargamente (...)
Mas que também nos fizeram renascer
Um para o outro
Novamente
Mira nos meus olhos
Que nada vão jurar
Pois neste amor não há juras
E apenas o natural irá se concretizar
Entra na minha mente
Que não desejará ter você
Pois meu desejo não é de posse
De ter você sem que você seja minha
De ser de você sem que você me tenha
Tome por fim meu coração
Que preferirá a constância do amor
Aos altos e baixos da paixão
Porque esse amor não tem baixos
E os altos atingiremos através da nossa união
Então digo que te amo
Deste jeito
O jeito que eu inventei para nós
Porque nosso amor é diferente
Único, singular e só da gente.

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